sexta-feira, 31 de março de 2017

Para hoje, mais boa poesia que aconchega a alma.

Abre os links e delicia-te.




Escriturália I                                            Escriturália II



Um ótimo fim de semana!



terça-feira, 28 de março de 2017




Semana da leitura 2017






Divulgação de...

Vencedores do Concurso "Escriturália - Escrita Criativa":


  • Paula Sofia               - 9ºE
  •  Sara Silva                - 8ºE
  • Marisa Silva              - 7ºF
  • Juliana Fernandes    - 6º F 
  • Mariana Sousa         - 5ºD

Alunos vencedores da 1ª fase do Concurso Nacional de Leitura e que representarão a nossa escola na fase Interconcelhia deste CNL 2016/2017:


  • Marlene Sousa   - 9ºE
  • Daniela Amorim  - 8ºE
  • Bianca Barros     -7ºF.
Participantes no 13º Concurso Nacional de Jogos Matemáticos;
Participante no Concurso "Diz não à violência no Namoro" promovido pela Sic Esperança e Porto Editora em parceria com a RBE: 

  • Rita Dantas do 8º E

Rádio Escolar;


Monitores da Biblioteca Escolar.

Ficam aqui alguns registos fotográficos. 































segunda-feira, 27 de março de 2017

Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos
Guimarães

O nosso Agrupamento foi muito bem representado pelos alunos:
  • Margarida Sousa    - 5º D
  •  Beatriz Vieira         - 5º C
  • Tomás Vasconcelos  - 6º E
  • Daniela Cabeças      - 8º E
  • Ana Luísa Soares     - 8º E
  • Fábio Soares             - 8º E



Mais informações em 13º cnjm


Parabéns aos nossos alunos!

sexta-feira, 24 de março de 2017

Alguns MOMENTOS de atividades realizadas no âmbito da nossa edição                                                          da

SEMANA da LEITURA 2017
Parabéns e um sincero agradecimento a todos os envolvidos: alunosprofessoresescritores convidados, contador de histórias, voluntários da leitura e toda a comunidade educativa.




Mais registos serão divulgados. Estejam atentos!




E a leitura de hoje é...

A nossa aluna do 8ºE, Rita Dantas, aceitou o desafio da Sic Esperança e foi autora deste texto que merece ser divulgado.

 4ª Edição do Projeto Liberdade de Expressão e Redes Sociais



Posts ingratos? Publicações proibidas?

Eu nunca esperaria isto.
Conhecemo-nos na realidade numa noite de luar, numa praia, numa festa de verão. Conhecemo-nos no virtual, através de comentários e aparentes afinidades no twitter.
Mal o vi, senti uma atração enorme. Senti que não existia mais ninguém além de nós dois. Apenas uns instantes e olhávamos-nos olhos. Um olhar profundo onde nada mais existia além de nós dois. Super romântico, claro. Porém, nem tudo o que parece é!
Fomos trocando umas palavras ainda na praia e, mais tarde, mensagens e chamadas. Ele era do Sul tal como eu. Passados dois meses voltamos a encontrar-nos de novo. Quando ele me fez o convite não recusei, evidentemente! Íamos encontrar-nos na praia em que nos conhecemos. Pensamos que seria muito mais romântico. E seria. Foi-o até tudo descambar.
O nosso primeiro encontro oficial foi no dia 8 de outubro de 2015. Não hesitei em contar às minhas amigas e em publicar na minha conta do Twitter. Ele viu a minha publicação: “Falta pouco para estar com a pessoa mais especial do mundo para mim”. Para minha surpresa, reagiu insultando-me e ameaçando-me proinbindo-me de publicar algo relacionado com ele ou com qualquer outra pessoa.
Daquela vez ignorei, por ser a primeira vez. Pensei ser uma reação normal de quem gostava de privacidade. Não dei muita importância. Eram ciúmes e quando existem ciúmes numa relação é a prova de que há amor, não é? - pensava eu que assim fosse naquela época.  Não, não é. Nada a ver! – penso eu agora.
Pareceu-me ter acalmado. Eu continuava um pouco assustada mas sosseguei quando me pediu desculpa prometendo que não se repetiria.
 Desculpei-o e acreditei na palavra dele. Havia amor na nossa relação. Parecia haver amor.  Mas infelizmente estava enganada.
No fim do primeiro encontro, acompanhou-me a casa. Ao despedirmo-nos, eu realmente acreditava que ele iria cumprir o prometido mas… grande rasteira ele me pregou! Ainda no carro, perguntou-me quando é que nos voltaríamos a encontrar e eu respondi que podia ser no sábado seguinte, num café junto da praça da minha casa. Ele concordou com algumas reticências. Por precaução, escolhi um café com bastante movimento caso ele voltasse a ser agressivo. Não sentia que ele poderia voltar a ser agressivo, mas sempre seria melhor prevenir do que remediar.
Era 17 de outubro. Sábado. Dia do nosso segundo encontro. Eu estava muito ansiosa por voltar a ver o meu grande amor de verão. Tal como no primeiro encontro, chamei as minhas amigas para me ajudarem a estar no meu melhor. Tinha imensa vontade de voltar a publicar algo na minha conta de Twitter como no encontro anterior apesar do receio do que poderia acontecer, apesar de acreditar na promessa dele. As minhas amigas insistiram bastante e eu cedi. Publiquei de forma bastante mais discreta, com uma enorme esperança de que ele não visse o Tweet. Fiz o post uma hora antes do encontro, tendo escrito apenas: “Uma hora!”.
Eram 22:00 horas, hora do nosso segundo encontro. Saí de casa com as minhas amigas e lá estava ele à minha espera com flores. Assim que me viu acompanhada, o seu semblante mudou. No momento,  pensei que talvez fosse por ele imaginar que elas viriam connosco. Elas apresentaram-se e logo se despediram. Ele pareceu-me mais aliviado e eu sentia-me insegura. Fomos para um café de uma praça muito movimentada. Ele mostrava-se pouco à vontade. Mal terminamos de beber o que pedimos, ele propôs irmos até um miradouro lá perto. Eu aceitei. Um miradouro parecia-me um lugar bastante bonito e obviamente romântico, tudo o que uma rapariga adora!
Dirigimo-nos até ao miradouro. Que bom seria tirarmos algumas fotos para recordamos aquele dia! Ele não negou o que para mim era um sinal de que ele iria cumprir com o prometido.  Enganou-me. Sei-o agora. Enganou-me com arte de caçador para apanhar uma presa.
Mais tarde levou-me a casa e voltamos a marcar encontro para o sábado seguinte. A relação estava a ir muito bem.
No dia seguinte publiquei as fotos do miradouro no Twitter sem receio já que estava tudo bem – um ato que se revelou totalmente errado. Ele revelou-se um “monstro”.
 No terceiro encontro, ele não estava o mesmo. Estava bastante agressivo tal como no primeiro. Eu assustei-me mas voltei a ignorar desculpando-o no meu íntimo - eram ciúmes. Passeamos num shopping e mais tarde levou-me até um lugar estranho.
 Lembro-me apenas de aparecerem muitos rapazes que falaram que “aquilo” era pelas fotos do Twiiter.
Só me lembro de acordar em casa com ferimentos graves. Até hoje não sei o que aconteceu.
Continuo, passado muito tempo, com medo de andar sozinha na rua. As minhas publicações no Twitter já nada têm a ver com aquelas que eu partilhava na época.

Rita Dantas
8º E

 ...
A SIC Esperança, em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares e com o apoio da Porto Editora, promoveu a quarta edição do projeto “Liberdade de Expressão e Redes Sociais”. O projeto consistiu na criação de um concurso para estudantes do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, com idade igual ou superior a 13 anos, com o objetivo de suscitar a reflexão sobre o caráter essencial da liberdade de expressão nas sociedades democráticas e sobre o importante contributo das redes sociais digitais do século XXI no alargamento do acesso à informação e à comunicação interativa. Pretende igualmente induzir a identificação de riscos e abusos que decorrem de uma utilização indevida ou transgressora, nomeadamente no âmbito das relações pessoais.
Os Objetivos do Projeto:
 Contribuir para a compreensão do conceito de liberdade de expressão;
 Fomentar a ideia de liberdade de expressão enquanto direito humano;
 Promover a liberdade de expressão responsável;
 Fomentar o respeito pelo outro;
 Estimular a criatividade;
 Propiciar o trabalho em grupo.


quinta-feira, 23 de março de 2017

Para hoje, mais poesia.

ESCRITURÁLIA  
TEXTO POÉTICO
A ponte sobre o mar



Aquela ponte sobre o mar
Eu irei atravessar.
Sem destino caminhar,
Sobre as ondas do mar.


Aquela ponte sobre o mar
Eu não quero largar.
Em sonhos vou viajar,
Em cima da ponte amar.





 Juliana Rodrigues Fernandes      
         6ºF - nº13

Parabéns poetisa!

quarta-feira, 22 de março de 2017

Hoje foi dia de receber a visita de Pedro Guilherme-Moreira. 
Agradecemos a  generosidade do escritor, homem das leis mas principalmente da pessoa Pedro Guilherme-Moreira. Uma generosidade expressa nas palavras oferecidas, nos sentimentos expressos e nas reflexões despertadas.
 Um encontro com o prazer de ler e o Ler para SER.
O poema "Plátano", lido pela Jéssica, serviu como abertura de uma sessão muito intimista que contou com a participação dos alunos dos 8º e 9º anos. 

Plátano

que nem o teu desespero
nas tardes frias de chuva
nem essas mãos a tremer
sobre as cartas que escrevi
nem os plátanos
que te deixam no outono
nem a vigília do inferno
nem a indolência do céu
nem a dor da madrugada
nem dúvidas
sobre o que nasce
certezas
sobre o que morre
nem memórias, por mais doces,
nem absolutamente nada

meu amor te dê a dúvida
de que te pertenço e fico
para lá do fim da noite
e que até no tempo infindo

só os teus lábios me abrandam

só os teus beijos me calam


























Breve biografia: Pedro Guilherme-Moreira é advogado e escritor português.
Foi dos primeiros advogados a ganhar o Prémio João Lopes Cardoso aos 30 anos com o artigo “As novas tecnologias ao serviço do advogado” que foi publicado na Revista da Ordem dos Advogados e que distingue os trabalhos apresentados pelos Advogados Estagiários no final do estágio, sendo publicados em livro em 2002, pela editora Almedina
Como escritor, estreou-se em 2011 publica o seu primeiro livro: o romance A Manhã do Mundo, com chancela da Publicações Dom Quixote.
No início de 2013, com um poema denominado “Plátano”, Pedro Guilherme-Moreira foi o vencedor do "Concurso de Textos de Amor 2012" do Museu da Imprensa.
Publicou, em Fevereiro de 2014, o seu segundo romance Livro Sem Ninguém, pela Publicações Dom Quixote. Esta obra foi finalista do Prémio LeYa em 2012.

Tem um blogue,http://ignorancia.blogspot.pt/,   desde 2003 onde que publica textos inéditos (de vários géneros literários onde predomina a poesia) e em que a apresentação começa com “A minha mascote é um blogue, divirtam-se"
Todos a ler

A sugestão de leitura para hoje é...


in O livro que só queria ser lido de José Jorge Letria

Era uma vez um livro que apenas queria ser lido. Ele estava depositado numa estante junto de outros livros e de dicionários. Apesar de se sentir só, estes amigos ensinaram-lhes coisas novas. Um dia colocaram-lhe dossiês com faturas e isso entristeceu-o. Alguns meses depois, uma máquina de escrever foi colocada a seu lado. A sua tristeza desvaneceu, pois já tinha com quem conversar.
Os dias de alegria do livro estavam prestes a terminar, pois o irmão mais velho da Mariana decidiu vender a máquina a um colecionador ou a uma loja de objetos antigos. Mesmo assim, durante estes momentos que passaram juntos, a máquina disse ao livro que todos os livros são importantes, pois cada um tem uma coisa nova para ensinar. Mas o terrível dia chegou e estes dois amigos separaram-se para sempre… Para homenagear o livro, a máquina de escrever deixou ficar na sua estante duas letras do seu teclado: o A de “adeus” e o S de “Saudade”.
O livro passou dias e dias a chorar…até que o computador – o inimigo da máquina de escrever – tentou ser amável com o livro. Contudo, a tristeza não acabou…o tio Vicente morreu… o seu dono tinha desaparecido…
Foi dito ao dono da casa que o tio Vicente era possuidor de uma grande fortuna que se encontrava num cofre. Mas a chave para o abrir estava escondida num livro de que ele gostava muito, mas qual?
O livro ao saber disto decidiu cair novamente da estante para chamar a atenção e… o código tão desejado!!!
Como forma de agradecimento os proprietários voltaram a ler o livro, agradecidos pelo ato dele. Assim, o seu desejo foi concretizado… Foi novamente lido…





terça-feira, 21 de março de 2017

Ler P' raZser
Semana da Leitura 2017 



Hoje foi dia de receber o sempre surpreendente contador de histórias, o Professor António Manuel Castanheira.

Esta atividade envolveu os alunos do 2º CEB.

António Manuel Castanheira é professor de Português e História. Está aposentado profissionalmente mas  continua a partilhar a sua paixão pela Literatura e Música colaborando com as Escolas e Bibliotecas que o convidam, sempre com muito entusiasmo, acompanhado da sua viola, flauta e livros, na tarefa de motivar a todos para o PRAZER de LER, contando cantando.

 É um (en)cantador  de histórias que nos encantou a todos.
Ficam aqui alguns registos